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Scielo Brazylia

Alguns filósofos e economistas buscam fundamentar eticamente a economia, a fim de voltar a subordiná-la à política, apelando, inclusive, para uma aproximação entre Marx e Aristóteles a partir da teoria da práxis. Este artigo pretende analisar em que sentido os conceitos aristotélicos de ação, produção, ato e potência exercem influência sobre Marx. Afirma que, contrariamente ao que muitos filósofos da moral defendem, são as investigações de Aristóteles sobre economia que serviram como ponto de partida para a fundamentação da crítica à economia política elaborada por Marx, enquanto que a ética e a política aristotélicas são apenas secundárias para a teoria marxiana.Some philosophers and economists have sought an ethical basis for the economy, to subordinate it to politics, and even to appeal for an approximation between Marx and Aristotle based on a theory of praxis. This article analyzes in what sense the Aristotelian concepts of action, production, act, and power influence Marx. It affirms, contrary to many moral philosophers, that it is Aristotle's investigations of the economy that are the basis of the criticism of political economy developed by Marx, while Aristotelian ethics and politics are only secondary to Marxian theory.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200002&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

En varios pasajes de la obra de Lévinas vemos que su manera de presentarse frente a lo político es ambigua. O bien, resulta mejor decir que solo en apariencia el "objeto" de lo político en sus reflexiones sobre la justicia y el Estado resultan claras; hay una suerte de equívoco que vale la pena precisar y distinguir. Así, el objetivo central de este trabajo es describir dos momentos políticos en Lévinas leídos en clave Estado, como una figura posible de la política; desentrañamos así la trama anti-política en tanto crítica política al Estado, para llegar a la trama del Estado justo e igualitario, lo que abre nuevas puertas para pensar lo político. A partir de esta descripción reflexionamos, por un lado, una postura crítica frente a las ideas sobre el Estado de Lévinas desde las vinculaciones ético-políticas que hace, tal como la de Alberto Sucasas. Y por otro, en contraposición a éstas, las interesantes y extravagantes lecturas que hace Miguel Abensour de Lévinas creyendo que las relaciones ético-políticas levinasianas aportan a renovar críticamente una nueva figura de Estado dejando el terreno político y estatal abierto a nuevas reflexiones.In several passages of Levinas' work we see that his way of presenting the political front is ambiguous. Or, more precisely, that the "object" of the political in his reflections about justice and the State is only apparently clear; there is a sort of equivocalness that is worth clarifying and distinguishing. The aim of this article is to describe two political moments in Levinas, read in terms of the State as a possible figure in politics. We thus unravel an anti-political theme which is critical of the politics of the State, in order to reach a theme of a State that is just and egalitarian. This opens up new territory from which to think of the political. One critique of Levinas' ideas of the State in terms of its ethical-political linkages is that put forth by Alberto Sucasas. A second contrasting critique is the interesting and extravagant reading of Miguel Abensour, in which Levinasian ethical-political relationships lead to a critical renewal of a new figure of the State, leaving the political and state terrain open to new reflections.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200003&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

O objetivo é propor uma reconstrução racional da concepção da ciência de Duhem, por meio do recurso da metodologia da teoria da ciência, como uma teoria normativa da dinâmica do conhecimento. Essa reconstrução ajuda a estabelecer que Duhem não pode ser classificado como um convencionalista/pragmatista, como sugere a interpretação-padrão, e, além disso, que Duhem almeja construir uma concepção que seja um termo médio entre a concepção metafísica clássica e a concepção do convencionalismo/pragmatismo. A estratégia metodológica para construir esse termo médio é a proposta de um realismo estrutural e convergente. Duhem substitui o sujeito transcendental dos clássicos por uma teoria transcendental a ser alcançada por um processo dinâmico.Using the resources of the methodology of theory of science we propose a rational reconstruction of Duhem's conception of science, interpreting it as a normative theory of the dynamics of knowledge. Such a reconstruction helps to establish that Duhem cannot be classified as a conventionalist/pragmatist as proposed in the standard interpretation, and, furthermore, that Duhem proposes to construct a conception of science as a middle way between a classical metaphysical conception and a conventionalist/pragmatist conception. The methodological strategy for this middle way is the proposal of a structural and convergent realism. Duhem replaces the transcendental subject of the classics with a transcendental theory to be reached by a dynamic process.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200004&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

O princípio da cognoscibilidade, formulado sem restrições, diz que todos os enunciados verdadeiros são cognoscíveis. O problema é que, com essa formulação, ele está sujeito a muitas objeções, pelo que é necessário restringir o princípio. Com tais restrições, ele diz apenas que todos os enunciados verdadeiros interessantes em certo sentido são cognoscíveis. Não obstante, este artigo mostra que alguns desses enunciados também são incognoscíveis e, desse modo, evidencia que o princípio da cognoscibilidade, mesmo na sua forma mais restrita, é falso. Os enunciados em questão são enunciados que afirmam ou negam uma identidade de tipo entre qualia de diferentes indivíduos. Ao final, alguns argumentos que podem ser usados para defender o princípio da cognoscibilidade são examinados e refutados.The knowability principle, formulated without restrictions, asserts that all true statements are knowable. The problem is that it is subject to many objections in this formulation, and therfore it is necessary to restrict the principle. This article shows that even under these restrictions some true statements are also unknowable, and thus shows that the knowability principle, even in its most restricted form, is false. The statements in question are statements that affirm or deny a type identity between qualia of different individuals. Finally, some arguments that can be used to defend the knowability principle are examined and refuted.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200005&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

Nosso objetivo no presente artigo é contextualizar as críticas de Rousseau àquilo que posteriormente será designado como ética socioambiental, a partir da qual se analisam as relações dos homens com o meio ambiente e como estas são determinadas e também determinantes de suas ações ético-políticas. Pretende-se ainda verificar em que medida o pensamento de Rousseau pode contribuir para o entendimento dos desastres socioambientais, na atualidade.This paper aims at contextualizing Rousseau's critiques of what would later be called the socio-environmental ethics, which entails analysis not only of the relations of men with the environment and the way these relations are determined, but also of the way the environment determines men's ethical and political actions. We also intend to verify to what extent Rousseau's thought may contribute to the understanding of current socio-environmental disasters.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

This paper aims at shedding light on an obscure point in Kant's theory of the state. It discusses whether Kant's rational theory of the state recognises the fact that certain exceptional social situations, such as the extreme poverty of some parts of the population, could request institutional state support in order to guarantee the attainment of a minimum threshold of civil independence. It has three aims: 1) to show that Kant's Doctrine of Right can offer solutions for the complex relation between economics and politics in our present time; 2) to demonstrate the claim that Kant embraces a pragmatic standpoint when he tackles the social concerns of the state, and so to refute the idea that he argues for an abstract conception of politics; and 3) to suggest that a non-paternalistic theory of rights is not necessarily incompatible with the basic tenets of a welfare state.O presente artigo tenciona contribuir a esclarecer uma questão, tão complicada quanto polêmica, no âmbito da teoria kantiana do Estado de direito. Pretendo submeter à discussão se a teoria racional de Kant sobre o Estado legal sustenta ou rejeita o fato de que certas situações sociais excepcionais, como a extrema pobreza de uma parte da população, requerem o apoio institucional do Estado para garantir a consecução de um limiar mínimo de independência civil. Proponho-me os três seguintes objetivos: 1) argumentar a capacidade da doutrina kantiana do direito para propor soluções para a difícil relação entre economia e política, no tempo presente; 2) mostrar que o ponto de vista pragmático que Kant adota quando analisa as preocupações sociais do Estado recusa a ideia segundo a qual Kant sustenta uma concepção abstrata da política e 3) sugerir a tese de uma teoria não paternalista do Estado de direito sem ter que renunciar necessariamente aos princípios básicos do welfare state.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200007&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

Este artigo pretende, por meio da análise literária e da leitura de Freud (2011), investigar a concepção de progresso em Sade, tomando como objeto de estudo o romance A filosofia na alcova (2008b). Defende-se que a ficção sadeana resulta de um conflito entre indivíduo e sociedade, de cujo resultado depende a felicidade humana. Esta seria alcançada com a superação dos obstáculos impostos pela educação, pela cultura e pela abertura da sociedade para a satisfação de todos os prazeres do sentido.The goal of this article is to investigate the concept of progress in Sade's work through the analysis and reading of Freud's work, focusing here on the analysis of the novel Justine. It argues that Sadean fiction is the result of a conflict between each individual and society, and that the happiness of humankind depends on the outcome of this conflict. Happiness would consequently be reached by overcoming the accumulation of obstacles imposed by education and culture, and through the willingness of the society to satisfy every pleasure of the senses.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200008&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

O intuito deste texto pode ser retratado através de duas tarefas principais que se propõe. De um lado, realiza um balanço - limitado e parcial, na medida em que trata de um recorte bastante circunscrito - da reflexão da teoria crítica da sociedade de Max Horkheimer acerca do problema da universidade, notadamente, no período imediatamente posterior ao fim da Segunda Guerra Mundial, e do modo como se relaciona com o conceito de formação (Bildung), bastante caro à tradição da universidade alemã moderna. Completado esse passo, o qual estabelece laços com o papel ocupado pela socialização nessa ótica teórica, visa-se, ao final, delinear algumas reflexões preliminares a propósito da contemporaneidade que, entende-se, podem beneficiar-se do enfoque concedido ao problema, com base na situação singular em que o pensamento de Horkheimer foi formulado.This text sets itself two main tasks. First, it offers a limited evaluation of Horkheimer's reflections, especially in the period directly after the end of the Second World War, on the problem of the university and how it relates to the concept of formation (Bildung), a concept fundamental to the tradition of the modern German university. Second, the role exercised by socialization in this viewpoint is examined. The objective is to elaborate reflections on contemporaneity that benefit from the focus conceded to the problem in the singular situation in which Horkheimer's thinking was formulated.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200009&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

A partir da perspectiva intelectualista grega, na qual o dualismo entre corpo e alma requer o primado do discurso racional [lógos] em detrimento do páthos filosófico, busca-se com este artigo associar a noção de "desmedida" [hybris] com a noção de melancolia. Essa associação ganha ainda mais relevo, quando a aproximamos da interpretação de Simone Weil para o poema épico de Homero, a Ilíada. Se essa aproximação se justifica, então é patente a aproximação entre o caráter trágico que o destino adquire, na perspectiva clássica, e a noção de contingência enquanto fundamento do absurdo existencial, no pensamento existencialista.We seek to associate the notion of "excess" [hubris] with the notion of melancholy from the intellectualist Greek perspective, in which the dualism between body and soul requires the rule of rational discourse [logos] at the expense of philosophical pathos. This association becomes more relevant when understood in light of Simone Weil's interpretation of Homer's epic poem, the Iliad. If this approach is justified, then a rapprochement becomes evident between the tragic character takes on destiny in the classical view, and the notion of contingency as the basis of existential absurdity in existentialist thought.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200010&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

Este artigo propõe relacionar as filosofias da história de Kant e de Hegel às bases do pensamento de Foucault, em História da loucura na idade clássica. Buscamos reconhecer, não indícios de uma história cosmopolita ou universal, mas em que medida o pensamento crítico e a filosofia como ciência das essências puras comparecem na inteligibilidade histórica de Foucault. A reunião de uma diversidade de experiências sob o conceito de desatino (déraison, desrazão), fio condutor da obra, sugere uma proximidade com a tradição. Por outro lado, a falta de um critério intrínseco, o qual justifique a referência de tal multiplicidade à alcunha da loucura, faz com que o fio condutor se restrinja a um aspecto negativo e que, positivamente, Foucault estabeleça para seu trabalho um primado empírico, na forma de uma constelação de imagens. O procedimento de História da loucura, que, junto ao interesse pela desrazão, inaugura o privilégio dado pelo filósofo francês à análise das descontinuidades nos leva a reconhecer a razão com base nos casos que solapam aos seus limites, às essências por ela própria discernidas, e com base nas práticas por ela promovidas e justificadas.This article proposes to relate Kant's and Hegel's philosophy of history to the basis of Foucault's History of Madness in the Classical Age. We are not attempting to recognize the presence of a cosmopolitan or universal history, but trying to understand how critical thinking and philosophy as the science of pure essences appear in Foucault's historical intelligibility. The challenge of bringing together a diversity of experiences under the concept of unreason (déraison), which is the common thread of the book, suggests an attachment to tradition. However, the absence of an intrinsic criterion justifying the reference of that multiplicity to madness motivates a negative aspect to that concept and, positively, makes Foucault establish for his work an empirical primacy, in the form of a constellation of images. The procedure of the History of Madness that, with its interest in unreason, inaugurates the privilege given by the French philosopher to the analysis of discontinuities, leads us to recognize reason based on cases that escape its limits and the essences discerned by itself.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200011&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

El presente artículo pretende dos tareas: Primero, resaltar la vivencia cotidiana desde su inmediatez, y con ello, ganar su comprensión más propia a partir de la primera lección del joven Heidegger. Segundo, desde esta comprensión esclarecer lo que consideramos una confusa tematización de la vivencia interrogativa ¿hay algo? realizada en esta primera lección. Para ello consideramos necesario exponer en tres momentos distintos, la vivencia interrogativa; la vivencia circundante; y una comparación de los distintos elementos estructurales de ambas vivencias. Una vez comprendidos estos distintos puntos, proponemos en un último momento una interpretación de las dos posibles direcciones ejecutivas de la vivencia interrogativa ¿hay algo?This article attempts two tasks. First, we highlight daily experience in its immediacy and gain an understanding of it through the first lecture of the young Heidegger. Second, based on this understanding, we clarify what we consider a confusing thematization in this lecture of the interrogative experience Is there something? In answering these questions we consider three distinct moments: the interrogative experience, the environmental experience, and a comparison of the different structural elements of both experiences. Finally, based on an understanding of these different points, we offer an interpretation of the two possible executive directions of the interrogative experience Is there something?

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000200012&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/09/20 - 19:01

Sabe-se que, durante alguns períodos da história, a Música e a Matemática foram ciências que compartilharam seus conceitos e discussões. Um dos períodos no qual essa comunhão se deu de maneira significativa foi o Renascimento. A Música era então classificada como ciência e, pertencendo ao grupo das matemáticas, dividia seu espaço com a Aritmética, a quem era subordinada, com a Geometria e a Astronomia. Essa divisão foi transmitida através das obras do filósofo Sevério N. Boécio e prevaleceu durante o século XVI, juntamente da noção de subalternação das ciências, provida na obra de Aristóteles e de seus comentaristas. Contudo, durante a segunda metade do século XVI, o cenário teórico foi sofrendo questionamentos e sendo por vezes reformulado. Tais reformulações tomaram várias formas, todavia, foi no diálogo entre dois autores específicos, Gioseffo Zarlino (1517-1590) e Vincenzo Galilei (1533?-1591), que a estrutura vigente foi realmente abalada. Neste artigo, pretendese mostrar a relevância da subalternação das ciências na discussão metodológica para a pretendida reformulação teórica, visto que um dos problemas metodológicos centrais da demonstração nas ciências matemáticas do século XVI foi a reconciliação entre as condições ideais, que governavam o mundo matemático, no caso específico o da Aritmética, e as condições reais do mundo físico natural.It is assumed that during specific periods in history Music and Mathematics were fields which had shared concepts and topics of discussion. A very well known period in which such a communion was specific prolific was the Renaissance. Music was then a mathematic science classified within the quadrivium. During the Renaissance, this conception was well known through the works of the philosopher Boethius and the notion of the subalternate sciences was disseminated through the works of Aristotle and his commentators. However, in the sixteenth century, reformulations were demanded by a number of authors. In the works of Gioseffo Zarlino (1517-1590) and Vincenzo Galilei (1533?-1591) the question on the classification of Music and Mathematics was specifically relevant in challenging the theoretic framework. Therefore, the aim of this article is to demonstrate the relevant role of the discussion on the subalternation of sciences, as it is known that one of the central methodological problems in the demonstration of sciences during the sixteenth century was the definition and reconciliation of the abstract mathematic object and the natural object.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100002&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

En el siguiente texto intentaremos elucidar la particular estructura social, que define la utopía en el pensamiento de Lévinas, enfatizando su antagonismo estructural con la forma social propia de la estructura totalitaria. Es nuestro interés el argumentar aquí, que la utopía levinasiana en cuanto forma social, se fundamenta sobre la matriz de la "separación intersubjetiva", y que bajo este respecto ella aparece como una dimensión radicalmente opuesta a la estructura social del totalitarismo, en donde la "separación intersubjetiva" es imposible. De una a la otra, el ser social se juega como separación, o bien, como aglutinación; mientras la utopía separa, el totalitarismo fusiona. Nuestro acercamiento será articulado con elementos de análisis aportados por el contundente trabajo de Miguel Abensour respecto a la utopía. Por ello, asumimos como nuestra la perspectiva de análisis críticopolítica de nuestro autor, según la cual, la crítica al totalitarismo resulta determinante para el despeje de la dimensión utópica.This articule attemps to clarify the unique social structure, which defines utopia in Levinas's thought, emphasizing its structural antagonism to the social form of the totalitarian structure. We argue that Levinasian utopia, as social form, is founded on the matrix of the "intersubjective separation". Hence, under this relation, the Levianasian utopia appears as a dimension that is radically opposed to the social structure of totalitarianism, where the "intersubjective separation" is impossible. The social being of utopia in Levinas is separation, whereas in totalitarianism the social being is agglutination. While the utopia separates the totalitarianism fuses together. Our approach will be supported with analytical elements drawn from Miguel Abensour's work about utopia. Thus, we assume Miguel Abensour's critical-political perspective of analysis as our own; consequently the critique of totalitarianism is determinant for the clearing of the utopian dimension.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100003&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Definida como beleza lógica e forma do paradoxo, a ironia romântica de Friedrich Schlegel (1772-1829) assimila a antiga ironia socrática e a reinterpreta, inserindo-a como elemento central de sua teorização crítico-literária. O presente artigo analisa a ironia romântica, buscando situar sua alteração e abrangência no final do século XVIII, quando o conceito passa a significar metacrítica, reflexão filosófica, ruptura ficcional, distância estética e forma de exposição da arte literária.Defined as logical beauty and form of paradox, Friedrich Schlegel's (1772-1829) romantic irony incorporates ancient Socratic irony and reinterprets it, inserting it as a nuclear element of his theorization on literary criticism. The current paper analyses the concept of romantic irony seeking to situate its alterations at the end of 18th century, when it changed its meaning for metacritics, philosophical reflexion, fictional rupture, aesthetical distance and form of art exposition.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

O estudo do valor é indissociável da análise dos conceitos de bom e Bem, pelo que qualquer base metodológica que lhe sirva de alicerce tem de partir do exame destes. Assumindo os riscos do sem-sentido, recusamos uma redução relativista do bom predicativo a bom atributivo e de bom a bom para, bom do ponto de vista de, bom relativo a, e avançamos para a discussão de algumas tentativas de identificação do bom, nomeadamente com o prazer, o desejo e o escolhido. Seguindo-se o esforço de mostrar como bom é insusceptível de uma remissão para o psicológico ou para o subjectivo, o ensaio procura evidenciar a ideia de Bem como o conceito fundamental e indefinível para a compreensão do bom, a partir da sua estruturação teleológica. Propomo-nos, portanto, estabelecer bom = aquilo que remete para o Bem, sendo o conceito de valor o reflexo da relação mediada com o Bem, indissociável do domínio ético. Por fim, consagra-se a possibilidade de uma nova fundação de um método na teoria do valor baseado nos preceitos alcançados, distinguindo-se o estudo do valor em analítico, substantivo e prático.The study of value is inseparable from the analysis of the concepts of good and the Good, so any methodological basis which serves as groundwork must take from these. Assuming the risks of non-sensicality, we propose to refuse a relativistic reduction of predicative good to attributive good and of good to good for, good from the point of view of and good-relative-to and discuss some attempts to identify good, particularly with pleasure, desire and choice. Following the effort to show how good is not liable to be ascribed to the psychological or subjective, the essay seeks to highlight the idea of the Good as the fundamental concept - therefore undefinable - to understand good as from its teleological structure. We therefore propose to establish good = what refers to the Good, and the concept of value as one which reflects the mediated relationship with the Good, inseparable from the ethical. Finally, we establish the possibility of a new foundation of a method of the theory of value based in the reached percepts, distinguishing between analytical, substantive and practical inquiries on value.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100005&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

O principal objetivo deste artigo é ampliar o atual cenário teórico da área "Saúde Mental e Trabalho", de acordo com a filosofia de Henri Bergson e seus conceitos de percepção, cognição, duração, vida psíquica, tempo e subjetividade. Este texto teórico-filosófico objetiva esclarecer, sob um novo ponto de vista, as relações entre filosofia da mente e os atuais esforços em direção a uma teoria científica da cognição, com sua complexa estrutura de teorias, hipóteses e disciplinas. Há, neste artigo, uma nova abordagem para compreender as ciências cognitivas contemporâneas, segundo um tipo de investigação fenomenológica iniciada pela fenomenologia de Husserl. Os métodos empregados foram revisão sistemática e adaptação dos conceitos de Bergson, e sua naturalização no atual contexto dos princípios epistemológicos e ontológicos das ciências cognitivas, para uma análise fenomenológica da relação entre trabalho e saúde mental. As atuais contribuições da Fenomenologia de Husserl foram usadas para compreender as relações entre saúde mental e trabalho. Há também referências à filosofia aplicada nas ciências cognitivas contemporâneas, baseadas na proposta teórico-filosófica de Bergson.The main purpose of this paper is to amplify the current theoretical scenario of "Mental Health and Work" area, according to the Henri Bergson's philosophy and his concepts of perception, cognition, duration, psychic life, time and subjectivity. This theoretical-philosophical article aims to shed new light on the relations between philosophy of mind and present-day efforts toward a scientific theory of cognition, with its complex structure of theories, hypotheses and disciplines. There is in this paper a new approach to understand the contemporary cognitive sciences in a kind of phenomenological investigation initiated by Husserl's phenomenology. The methods employed were the systematic review and adaptation of Bergson's concepts, and its naturalization in the actual context of epistemological and ontological principles of cognitive sciences, to phenomenological analysis of "work-mental health" links. The current contributions of the Husserl's Phenomenology were used to understand the relations between mental health and work. There are also references to philosophy applied in contemporary cognitive sciences based on Bergson's theoretic-philosophical proposal.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100006&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Nossa proposta é pensar a relação entre a função sistemática da Fenomenologia do Espírito, no pensamento de Hegel, e as categorias de exteriorização e alienação, conforme o objeto e o método expositivo próprios dessa ciência filosófica (e da obra que a expõe). Dessa forma, apresentamos a hipótese de uma fundamental relação entre alienação e formação cultural no capítulo VI da Fenomenologia do Espírito. A demonstração de que a exposição dessa obra não trata diretamente de objetos, mas da experiência da consciência frente a esses objetos, se afasta de uma leitura que a toma como tematização de relações sociais objetivas.Our proposal is to consider the relationship between the systematic function of the Phenomenology of Spirit in Hegel's thought and the categories of externalization and alienation, according to the object and the expositive method related to this philosophical Science (and the work that exposes it). Thus, we present the hypothesis of a fundamental relationship between alienation and cultural formation in the chapter VI of the Phenomenology of Spirit. The demonstration that the exposition of this work does not treat of objects directly, but to the experience of consciousness against these objects, moves away from a reading that takes it as a thematization of objective social relations.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100007&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Aby Warburg es la oculta figura creadora de los estudios de iconología. Personaje indiscutido, ha sido retomado en los últimos años a partir de la reedición de sus obras y de numerosos estudios que posicionan su figura intelectual y los impactos que tuvo su método de aproximación a las imágenes, específicamente aquellos que hablaban del renacimiento del paganismo. Conceptos como pathosformeln, sobrevivencias de la antigüedad, accesorios en movimiento y el análisis histórico, psicológico y contextual de la producción cultural de las imágenes, son hoy característicos de una todavía novedosa manera de entender el estudio de la iconología.Aby Warburg is the hidden figure that created the study of the iconology. This remarkable character has been taken up again, because of the new editions of her works and numerous studies, which positioned her intellectual figure and all the impacts that her method of approximation to images had, specifically those that talked about the renaissance of paganism. Concepts like pathosformel, the survivals of the antiquity, movement accessories and the analysis of the history, psychology and context of the production of images culture, are today characteristic of a still new way to understand the iconologist word.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100008&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Giorgio Agamben and Ludwig Wittgenstein seem to have very little in common: the former is concerned with traditional ontological issues while the latter was interested in logics and ordinary language, avoiding metaphysical issues as something we cannot speak about. However, both share a crucial notion for their philosophical projects: form of life. In this paper, I try to show that, despite their different approaches and goals, form of life is for both a crucial notion for thinking ethics and life in-common. Addressing human existence in its constitutive relation to language, this notion deconstructs traditional dichotomies like bios and zoé, the cultural and the biological, enabling both authors to think of a life which cannot be separated from its forms, recognizing the commonality of logos as the specific trait of human existence. Through an analogical reading between both theoretical frameworks, I suggest that the notion of form-of-life, elaborated by Wittgenstein to address human production of meaning, becomes the key notion in Agamben's affirmative thinking since it enables us to consider the common ontologically in its relation to Human potentialities and to foresee a new, common use of the world and ourselves.Giorgio Agamben e Ludwig Wittgenstein parecem ter muito pouco em comum: o primeiro se ocupa de questões ontológicas tradicionais, enquanto o segundo estava interessado na Lógica e na linguagem corrente, evitando os problemas metafísicos como algo de que não podemos falar. No entanto, ambos partilham um conceito crucial para seus projetos filosóficos respectivos: forma de vida. Este artigo tento mostrar que, apesar de seus diferentes enfoques e objetivos, a noção de forma de vida é fundamental no momento de pensar a ética e a vida em-comum. Abordando a existência humana em sua relação constitutiva com a língua, essa noção desconstrói dicotomias tradicionais como bios e zoe, o cultural e o biológico, permitindo-lhes pensar uma vida que não pode ser separada de suas formas, e reconhecendo o caráter comum do logos como o traço específico da existência humana. Através de uma leitura analógica entre ambos quadros teóricos, sugiro que a noção de forma-de-vida, elaborada por Wittgenstein para abordar a produção humana de significados, tornase o conceito-chave do pensamento afirmativo de Agamben, já que nos permite considerar o comum ontologicamente em sua relação com as potencialidades humanas e vislumbrar um uso novo e comum do mundo e de nós mesmos.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100009&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Este artículo tiene como objetivo dar cuenta del escepticismo radical de Pierre Gassendi propuesto en el Exercitationes paradoxicae Adversus Aristoteleos (Disertaciones paradójicas contra los aristotélicos). Para dar cuenta de ello nuestro artículo se divide en tres momentos: Primero, damos cuenta de la estructura de la obra; segundo, se presentan los argumentos centrales propuestos por Gassendi para comprender su actitud crítica al escolasticismo. Y tercero, se muestra la crítica que realiza a la lógica aristotélica. La idea fundamental que sostenemos en este trabajo es que la actitud crítica y de libre pensador que caracterizó a Gassendi tuvo su origen directo en la actitud escéptica. Además, revisar su obra de juventud y su actitud filosófica nos permite comprender una parte importante del alcance del escepticismo en la reforma de la filosofía natural del siglo XVII.The aim of this paper is to comprehend the radical skepticism of Pierre Gassendi in his book Exercitationes paradoxicae Adversus Aristoteleos(1624)(Paradoxical dissertations against the aristotelianism). To achieve this goal we explain his skepticism in three points: First, we show the book's structure; Second, we present the main arguments to understand his attitude against the scholasticism; and Third, we show his direct critic towards the Aristotelian logic. The fundamental idea that we hold in this article is that the skeptical attitude is the origin of critical aspects as free thinker, what distinguished all the gasssendi's philosophical work. Furthermore, to review his Exercitationes and the philosophical attitude allows us to appreciate an important part of the scope of skepticism in the reform of the seventeenth century natural philosophy

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100010&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Las investigaciones sobre Luis de León se han centrado, sobre todo, en su mística, narrativa y teoría literaria. En este trabajo, el autor intenta desarrollar los principales aspectos de su teoría jurídica. Al igual que otros grandes teólogos de la Escuela de Salamanca, también León ha estudiado el problema de la naturaleza de la ley humana y su vinculación con el derecho natural. Éste es, justamente, el tema del siguiente trabajo.The studies about Luis de León has focused mainly in his mystical, narrative and literary theory. In this paper, the author attempts to develop the principal aspects of his legal doctrine. Like other great theologians of The Salamanca School, also Leon has studied the issue of the nature of human law and its relationship with the natural law. This is precisely the thematic of the next article.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100011&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Tanto desde el punto de vista teórico como desde una perspectiva práctica, el fenómeno de la "estetización" no parece ser portador de buenos augurios. En el ámbito teórico, la estetización ha sido vinculada con la crisis de los discursos orientados en términos de verdad, mientras que en el terreno práctico, ella ha sido asociada a ciertos procesos culturales que conducirían a la debacle de los principios normativos. Dejando de lado la problemática teórica, el presente trabajo se concentra en el debate en torno al fenómeno práctico de la estetización de la política. En primer lugar, nos remontamos a la historia de la condena filosófica de la estetización de la esfera política para ocuparnos luego, en un segundo momento, de algunas posiciones esteticistas y antiesteticistas de finales del siglo XX. Posteriormente, procuramos avanzar en una redescripción de esta problemática que nos permita rescatar un sentido productivo de lo estético para el pensamiento político. Para esto último, nuestro trabajo se apoya en las reflexiones de la actual coeditora de la Neue Zeitschrift für Sozialforschung, Juliane Rebentisch. Tomando como parámetro algunos de los supuestos de sus investigaciones, aquí intentaremos demostrar hasta qué punto la estetización de la vida política puede contribuir al desarrollo de una concepción renovada de esta última.Both from a theoretical and from a practical perspective, the phenomenon of "aestheticization" does not seem to anticipate anything particularly good. On a theoretical level, it has been linked to the crisis of discourse-oriented in terms of truth, while in the practical, has been associated with certain cultural processes that lead to the the collapse of the normative principles. Leaving aside the theoretical issues, this paper focuses on the debate on the phenomenon of the aestheticization of the political culture. First, it goes back to the history of philosophical condemnation of the aestheticization of the political sphere. In a second time, he deals with some conceptions of the late twentieth century. Subsequently, the paper seeks to advance a redescription of this problem that allows rescue a productive sense of aesthetics for political thought. For the latter, our article is based on the reflections of Juliane Rebentisch and attempts to show how the aestheticization of political life can help to develop a new concept of the same.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100012&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Tanto desde el punto de vista teórico como desde una perspectiva práctica, el fenómeno de la "estetización" no parece ser portador de buenos augurios. En el ámbito teórico, la estetización ha sido vinculada con la crisis de los discursos orientados en términos de verdad, mientras que en el terreno práctico, ella ha sido asociada a ciertos procesos culturales que conducirían a la debacle de los principios normativos. Dejando de lado la problemática teórica, el presente trabajo se concentra en el debate en torno al fenómeno práctico de la estetización de la política. En primer lugar, nos remontamos a la historia de la condena filosófica de la estetización de la esfera política para ocuparnos luego, en un segundo momento, de algunas posiciones esteticistas y antiesteticistas de finales del siglo XX. Posteriormente, procuramos avanzar en una redescripción de esta problemática que nos permita rescatar un sentido productivo de lo estético para el pensamiento político. Para esto último, nuestro trabajo se apoya en las reflexiones de la actual coeditora de la Neue Zeitschrift für Sozialforschung, Juliane Rebentisch. Tomando como parámetro algunos de los supuestos de sus investigaciones, aquí intentaremos demostrar hasta qué punto la estetización de la vida política puede contribuir al desarrollo de una concepción renovada de esta última.Both from a theoretical and from a practical perspective, the phenomenon of "aestheticization" does not seem to anticipate anything particularly good. On a theoretical level, it has been linked to the crisis of discourse-oriented in terms of truth, while in the practical, has been associated with certain cultural processes that lead to the the collapse of the normative principles. Leaving aside the theoretical issues, this paper focuses on the debate on the phenomenon of the aestheticization of the political culture. First, it goes back to the history of philosophical condemnation of the aestheticization of the political sphere. In a second time, he deals with some conceptions of the late twentieth century. Subsequently, the paper seeks to advance a redescription of this problem that allows rescue a productive sense of aesthetics for political thought. For the latter, our article is based on the reflections of Juliane Rebentisch and attempts to show how the aestheticization of political life can help to develop a new concept of the same.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100013&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

Tanto desde el punto de vista teórico como desde una perspectiva práctica, el fenómeno de la "estetización" no parece ser portador de buenos augurios. En el ámbito teórico, la estetización ha sido vinculada con la crisis de los discursos orientados en términos de verdad, mientras que en el terreno práctico, ella ha sido asociada a ciertos procesos culturales que conducirían a la debacle de los principios normativos. Dejando de lado la problemática teórica, el presente trabajo se concentra en el debate en torno al fenómeno práctico de la estetización de la política. En primer lugar, nos remontamos a la historia de la condena filosófica de la estetización de la esfera política para ocuparnos luego, en un segundo momento, de algunas posiciones esteticistas y antiesteticistas de finales del siglo XX. Posteriormente, procuramos avanzar en una redescripción de esta problemática que nos permita rescatar un sentido productivo de lo estético para el pensamiento político. Para esto último, nuestro trabajo se apoya en las reflexiones de la actual coeditora de la Neue Zeitschrift für Sozialforschung, Juliane Rebentisch. Tomando como parámetro algunos de los supuestos de sus investigaciones, aquí intentaremos demostrar hasta qué punto la estetización de la vida política puede contribuir al desarrollo de una concepción renovada de esta última.Both from a theoretical and from a practical perspective, the phenomenon of "aestheticization" does not seem to anticipate anything particularly good. On a theoretical level, it has been linked to the crisis of discourse-oriented in terms of truth, while in the practical, has been associated with certain cultural processes that lead to the the collapse of the normative principles. Leaving aside the theoretical issues, this paper focuses on the debate on the phenomenon of the aestheticization of the political culture. First, it goes back to the history of philosophical condemnation of the aestheticization of the political sphere. In a second time, he deals with some conceptions of the late twentieth century. Subsequently, the paper seeks to advance a redescription of this problem that allows rescue a productive sense of aesthetics for political thought. For the latter, our article is based on the reflections of Juliane Rebentisch and attempts to show how the aestheticization of political life can help to develop a new concept of the same.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732014000100014&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2014/05/14 - 09:10

O objetivo principal deste artigo é desenvolver uma reflexão a respeito das relações entre a arqueogenealogia das relações entre verdade, poder e discurso, tal como a pratica Michel Foucault, por um lado, e a teoria crítica da sociedade, da Escola de Frankfurt, por outro lado. Essa aproximação é feita por meio de uma reconstrução da crítica de Jürgen Habermas a Michel Foucault, no livro O Discurso Filosófico da Modernidade.The main purpose of this paper is to develop a reflection on the relations between Michel Foucault's archaeo-genealogy of the relationships between truth, power and discourse, and the critical theory of society of the Frankfurt School. The discussion is taken up in the context of Habermas' critique of Foucault in The Philosophical Discourse of Modernity.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400003&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

Entre as várias referências feitas ao pensamento de Peirce, ao longo de sua carreira filosófica, dois textos foram tomados como exemplares da leitura que Jürgen Habermas faz do pensamento de Peirce e, ao lado das diferenças encontradas entre os dois textos, dois itens muito importantes se conservam: a verdadeira admiração pela virada pragmática promovida por aquele filósofo e cientista, que será seguida por seu leitor, e a séria restrição feita à progressiva tendência do pensamento de abandonar a intersubjetividade como garantia da objetividade da semiose, dando preferência a uma fundamentação cosmológica para todo conhecimento. Embora esta última restrição pudesse ser criticada em sua pertinência, tanto a admiração manifesta à contribuição feita por Peirce ao pensamento filosófico com sua proposta pragmática, quanto a restrição a um suposto abandono das relações pessoais na base da semiose, sem dúvida, manifestam o viés filosófico de Habermas lendo um autor que ele admira, mas que não pretende seguir como um exegeta.Among several references made to Peirce's thought during Jürgen Habermas' philosophical career, two texts are exemplars of the reading Habermas makes of Peirce's thought. Despite the differences found between the two texts, two very important items are conserved: a true admiration for the pragmatic turn promoted Peirce (and followed by Habermas), and serious restrictions with regard to the progressive tendency in Peirce's thought toward abandoning intersubjectivity as the warrant of the objectivity of semiosis and giving preference to a cosmological foundation to all kinds of knowledge. Although this last restriction could be criticized as to its pertinence, both the admiration manifested by Habermas for Peirce's contribution to philosophical thought in his pragmatic proposal, as well as Habermas's restrictions regarding a supposed abandonment of personal relations on the basis of semiosis, undoubtedly manifest the philosophical bias of Habermas' reading of an author he admires but does not intend to follow as an exegete.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400004&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

As competências cognitivas pressupostas pelas atualizações sociais (relações, discursos, interpretações) significam a atribuição aos seres humanos de uma certa racionalidade. Essa racionalidade pode ser concebida seja na perspectiva de uma filosofia da história de tipo evolucionista (Habermas), seja numa perspectiva da filosofia da mente (Pettit). Nas duas perspectivas, o tipo de questionamento é quase transcendental, no sentido de que se trata de revelar as condições de possibilidade das operações cognitivas reais efetuadas pelos agentes. Em última instância, as condições de possibilidade devem ser entendidas como "natureza". A questão é a de saber se, metodologicamente, um monismo naturalista é possível, ou se um dualismo de perspectivas não seria imprescindível.Cognitive abilities presupposed by social performances (relations, speeches, interpretations) mean the attribution to human beings of a certain rationality. This rationality can be understood in terms of a type of evolutionary philosophy of history (Habermas), or in terms of the perspective of the philosophy of mind (Pettit). In both perspectives, the type of questioning is almost transcendental in the sense that it is able to reveal the possibility of cognitive operations performed by real actors. Ultimately, the conditions of possibility must be understood as "nature." The question is whether, methodologically, a naturalistic monism is possible, or if a dualism of perspectives would not be indispensable.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400005&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

Busca-se acompanhar o desenvolvimento da teoria evolucionária no pensamento de Habermas, a partir da afirmação colhida no prólogo de Problemas de Legitimação do Capitalismo Tardio, de 1973: "O caráter programático evidencia que uma teoria da evolução social hoje se encontra apenas esboçada, mas que, no entanto, deveria constituir a base da teoria da sociedade". A atenção é direcionada à forma como Habermas reorienta o sentido evolucionário do desdobramento histórico à luz do conceito de mundo da vida, como esfera de realização da ação comunicativa. Objetiva-se investigar como é projetada nesse modelo de ação, por meio da linguagem, a tarefa de produção e reprodução simbólica do consenso normativo entre os participantes do mundo social, ao mesmo tempo em que Habermas sinaliza haver um telos de integração social imanente à própria prática comunicativa. Nesse sentido, procurar-se-á demonstrar que, assim como a pragmática universal serve de base teórica para a análise de processos de distorção da linguagem e de socialização anormais, a teoria da evolução social serve de parâmetro para uma teoria social crítica com intenção emancipatória de avaliar o desdobramento empírico e contingente da dinâmica histórica.We seek to follow the development of evolutionary theory in the thought of Habermas, starting with the statement taken from the Prologue of Legitimation Crisis, 1973: "The programmatic character of Part I of this book makes clear that a theory of social evolution, although it must be the basis of social theory, is today still scarcely at all developed." Attention is directed to how Habermas reorients the evolutionary meaning of historical development in light of the concept of lifeworld as the sphere of the realization of communicative action. We seek to investigate how Habermas' model assigns, by means of language, the task of symbolic production and reproduction of the normative consensus among participants in the social world, while at the same time indicating that there is a telos of social integration immanent in the communicative practice itself. In this sense, we seek to demonstrate that just as universal pragmatics serves as the theoretical basis for the analysis of processes of abnormal socialization and the distortion of language, the theory of social evolution serves as a parameter for a critical social theory with the emancipatory intent of evaluating the empirical and contingent unfolding of historical dynamics.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400006&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

No entendimento de Habermas, "direito", na expressão "direitos humanos", é um conceito jurídico, donde direitos humanos, para ele, serem direitos jurídicos, normas legais declaradas em atos de fundações do Estado ou anunciadas em convenções do direito internacional e/ou constituições estatais. Ao conceber assim os direitos e tematizar os direitos humanos numa abordagem tríplice (focando-os entre moral, direito e política), ele fornece diferentes definições teóricas dos direitos humanos. O texto apresenta uma exposição sistemática dessas definições e focaliza os diferentes problemas que motivaram Habermas a alterar e ampliar suas concepções de direitos humanos.In the understanding of Habermas, "right" in the phrase "human rights" is a legal concept, where human rights are legal rights, i.e., legal norms declared in acts of foundations of the State or announced conventions of international law and/or State constitutions. By conceiving of rights in this way and by treating human rights in a threefold approach (placing them between morals, law and politics), he presents different theoretical definitions of human rights. This paper presents a systematic exposition of these definitions, and focuses on the different problems that motivated Habermas to change and expand his conceptions of human rights.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400007&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

O texto busca compreender e avaliar as influências das filosofias políticas de Rousseau e Kant no pensamento habermasiano. Ele se atém sobretudo à ideia fundamental de Direito e democracia, segundo a qual há uma cooriginariedade lógica entre direitos humanos, interpretados como direitos fundamentais de liberdade individual, e a soberania popular, interpretada como direitos políticos de participação e comunicação, no processo de formação pública da opinião e vontade. Defende-se que a crítica habermasiana a Rousseau e a Kant se deve ao projeto de radicalização da democracia, para o qual as contribuições dos dois filósofos apresentam ainda alguns obstáculos. Porém, ao mesmo tempo, pode-se dizer que, segundo Habermas, a contribuição de um serve para sanar os problemas presentes na contribuição do outro.This text analyzes and evaluates the influence of the political philosophies of Rousseau and Kant in Habermasian thought. It stresses the fundamental idea of Faktizität und Geltung, according to which there is a logical co-originality of human rights, interpreted as fundamental rights of individual liberty, and popular sovereignty, understood as political rights of participation and communication in the process of public formation opinion and will. It is argued that Habermas' critique of Rousseau and Kant is due to Habermas' project of the radicalization of democracy, to which the contributions of the two philosophers present some obstacles. Nevertheless, it may be said that, according to Habermas, the contribution of each one serves to solve the problems in the contribution of the other.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400008&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

Habermas entende os direitos humanos como produtos do mundo da vida; e é no interior do debate público, com a participação efetiva dos cidadãos, que deve ocorrer a produção deles como normas e princípios. A questão central abordada inicialmente no texto concerne ao status dessas normas e ao seu modo de instituição, dependente das relações de reciprocidade entre os sujeitos. Uma vez que, em sociedades complexas, apenas idealmente parece ser possível sustentar a participação de todos os sujeitos no processo de elaboração de normas, o texto procura analisar a viabilidade da concepção de Habermas. Ao considerar os elementos conceituais que orbitam essa questão, processa-se no curso do texto um deslocamento para outra, a saber, a relativa ao quanto o modo de sustentação da normatividade jurídica de um ordenamento social o determina como democrático ou não. Este é o ponto decisivo ao tratamento das normas relativas aos direitos humanos: a análise de Habermas é ideal, mas o pêndulo entre moral e empiria se mantém sempre, de modo que, pelo escopo conceitual, se não há como confirmar a identificação entre legitimidade dos direitos humanos e direitos humanos produzidos democraticamente, torna-se impossível querer negá-la.Habermas understands human rights as products of the lifeworld, and it is within the public debate, with the effective participation of citizens, that their production must occur as norms and principles. The initial focus of the text concerns the status of these norms and how they are instituted, which depends on the reciprocal relationships between subjects. Given that in complex societies it seems to be only ideally possible to sustain the participation of all those involved in the elaboration of norms, this article seeks to analyze the feasibility of Habermas' conception. In considering the conceptual elements related to this issue, there takes place in the course of the text a shift to another issue, namely, that of how the mode of support of the juridical normativity of a legal order determines it as being democratic or not. This is the turning point in the treatment of norms relative to human rights: Habermas' analysis is ideal, but the oscillation between the moral and the empirical is always remains, such that, within the conceptual scope, if there is no way to confirm the legitimacy of the identification of human rights with democratically produced human rights, this oscillation becomes impossible deny.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400009&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

O objetivo do artigo é examinar como Habermas, orientado pela intuição normativa do uso público da razão, reconstrói uma concepção procedimental de democracia deliberativa, que, sem desconsiderar da dimensão estratégica e instrumental da esfera pública e da política, reformula a dimensão epistêmica da democracia: a aceitabilidade racional dos acordos políticos. Inicialmente, apresento brevemente a análise sociológica e histórica do conceito de esfera pública crítica, realizada em Mudança Estrutural da Esfera Pública (1962), para, em seguida, expor duas linhas de argumentação sobre o conceito de esfera pública e de política deliberativa, em Direito e Democracia (1992): a que se refere ao princípio de legitimação baseado na razão pública como uma reconstrução intersubjetiva e política do conceito kantiano de autonomia; e a que concerne aos aspectos essenciais da teoria crítica da sociedade fundada na distinção entre mundo da vida e sistema e a "tradução" sociológica e institucional do uso público da razão, nos conceitos de sociedade civil e esfera pública.The objective of this article is to examine how Habermas, guided by a normative intuition of the public use of reason, reconstructs a procedural conception of deliberative democracy which, without disregarding the strategic and instrumental dimensions of the public sphere and of politics, reconstructs the epistemic dimension of democracy: the rational acceptability of political agreements. First, I briefly present a historical and sociological analysis of the concept of the public sphere in The Structural Transformation of the Public Sphere (1962). I then present two lines of argumentation regarding the concept of the public sphere and deliberative democracy in Between Facts and Norms (1992): one refers to the principle of justification based on public reason as an intersubjective and political reconstruction of the Kantian concept of autonomy; the other refers to the essential aspects of the critical theory of society based on the distinction between lifeworld and system, and on the sociological and institutional "translation" of the public use of reason in the concepts of civil society and public sphere.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400010&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

O presente texto propõe-se discutir o suposto caráter abstrato da chamada democracia deliberativa, tomando como base a ética discursiva e a teoria da ação comunicativa. Se, por um lado, a democracia deliberativa não pretende ser mais que um modelo teórico para orientar as discussões em torno da democracia, por outro, alguns de seus enunciados podem e são efetivamente incorporados à prática política das sociedades democráticas contemporâneas. A questão aqui é saber o quanto de concreto e propositivo se pode encontrar especialmente nas proposições de Habermas a respeito da democracia deliberativa.This paper proposes to discuss, based on discourse ethics and communicative action theory, the supposed abstract character of deliberative democracy. If on the one hand deliberative democracy does not intend to be more than a theoretical model to guide discussions on democracy, on the other hand some of its ideas and can be, and are being, effectively incorporated into the political practice of contemporary democratic societies. The question here is one of knowing how much of the concrete and relevant can be found in Habermas' proposals regarding deliberative democracy.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400011&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

Pretendemos mostrar um aspecto pelo qual a leitura que Habermas faz de Rousseau, em Mudança estrutural da esfera pública (1962), é levemente revisada em Direito e democracia (1992). Essa pequena mudança, por sua vez, reestrutura toda a concepção habermasiana da política de Rousseau.We intend to show how Habermas' reading of Rousseau in The Structural Transformation of the Public Sphere (1962) is slightly revised in Between Facts and Norms (1992). This small change restructures the entire Habermasian conception of Rousseau's politics.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400012&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

Habermas pensa a questão da individuação e da socialização a partir dos estudos de George Hebert Mead, que, na sua concepção, foi o primeiro a refletir substancialmente sobre um modelo de eu produzido socialmente. Mead oferece todo subsídio teórico para o desenvolvimento de uma teoria da evolução humana que envolve o processo de individuação e de socialização. Pelo paradigma de intercompreensão, ou seja, da relação intersubjetiva de indivíduos que se socializam por meio da comunicação e se reconhecem mutuamente, Mead permite a mudança de paradigma da consciência de si, da autorreferência de um sujeito que age isoladamente para o indivíduo que processa trocas sociais mediante a linguagem. Portanto, um dos principais componentes da teoria de Mead, em que Habermas busca contribuição para sua Teoria da Ação Comunicativa, é o processo de constituição do "eu", sua identidade. Mead acredita ser a individuação representada como um processo que é linguisticamente mediador da socialização e da construção de uma história de vida, na qual os sujeitos são conscientes de si. É esse meio linguístico estabelecido entre os sujeitos e o meio do entendimento intrassubjetivo e histórico vital que possibilita a formação de uma identidade de sujeitos socializados. É o reconhecimento intersubjetivo e autoentendimento mediado intersubjetivamente que propicia a formação da identidade. Esse quadro conceitual será fundamental a Habermas, na sua acepção de eu pós-convencional.Habermas discusses the question of individualization and socialization on the basis of the studies of George Herbert Mead, who, in Habermas' view, was the first to reflect substantially on a model of the socially produced "I". Mead offers a theoretical basis for the development of a theory of human evolution that involves the process of individualization and socialization. Through the paradigm of mutual understanding, that is, the intersubjective relationship of individuals who are socialized through communication and mutual recognition, Mead allows for a change in the paradigm of self-consciousness, from the self-reference of a subject who acts in isolation to the individual who processes social exchanges through the language. Therefore, one of the major components of Mead's theory in which Habermas seeks a contribution for his theory of communicative action, is the process of constitution of the "I," the subject's identity. Mead believes that individualization is represented as a process that is linguistically the mediator of socialization and of the construction of a life story in which subjects are aware of themselves. It is this linguistic means, established between the subjects and their means of intra-subjective understanding and their life histories, that allows the formation of an identity of socialized subjects. It is the intersubjective recognition and intersubjectively mediated self-understanding that enables identity formation. This conceptual framework will be central to Habermas in his concept of the self post-conventional "I".

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400013&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20

Partindo do pressuposto de que a teoria social elaborada por Habermas em muito se assemelha àquela construída por M. Weber, procedeu-se a um estudo comparativo com a intenção de identificar as formas pelas quais Weber e Habermas elaboraram o conceito de compreensão, ao mesmo tempo em que e o elegeram, cada um a seu modo, como instrumento metodológico adequado às dificuldades da produção de conhecimento científico nas Ciências Sociais. Tanto para Weber, como para Habermas, o conhecimento nas Ciências Sociais não consegue escapar das influências diretas da subjetividade do cientista, como também não é capaz de se proteger das contingências histórico-culturais aos quais inevitavelmente toda ação humana está vinculada. Por isso, fundamentados em suas próprias razões, tanto Weber quanto Habermas apontam a compreensão como a forma possível de conhecimento, o que implica a renúncia às pretensões explicativas e à produção de teorias gerais de fundamentação última, que são típicas das ciências convencionais.Assuming that the social theory developed by Habermas is very similar to that constructed by M. Weber, this article performs a comparative study with the intention of identifying the ways in which Weber and Habermas built the concept of understanding. Both authors chose this concept, each in his own way, as a methodological tool appropriate to the difficulties of the production of scientific knowledge in the social sciences. As much for Weber as for Habermas, knowledge in the social sciences cannot escape the direct influences of the subjectivity of the scientist, as it also cannot protect itself from the historical and cultural contingencies to which every human action is inevitably linked. Therefore, based on their own reasons, both Weber and Habermas point to understanding as the possible form of knowledge, which implies the renunciation of the explanatory pretensions and general theories of ultimate foundations typical of the conventional sciences.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732013000400014&lng=en&nrm=iso&tlng=en 2013/05/31 - 14:20